Europa Press/Contacto/Jimin Kim
MADRID 20 jun. (EUROPA PRESS) -
Um juiz federal de Nova Jersey ordenou que a administração de Donald Trump liberte o ativista Mahmud Jalil, que está sob custódia de agentes de imigração desde 8 de março por ter participado dos protestos que ocorreram na Universidade de Columbia em favor da Palestina após a ofensiva israelense.
O juiz Michael Fabiarz determinou que há "um registro muito forte e indiscutível" de que não há risco de fuga e que Jalil não representa perigo para o público: "Vou exercer o poder discricionário que tenho para ordenar a libertação do peticionário neste caso", anunciou ele em uma audiência, de acordo com a televisão NBC.
Jalil, um residente permanente legal dos EUA de origem palestina, formou-se em dezembro com um mestrado em estudos internacionais pela Universidade de Columbia. Até o momento, ele não foi acusado de nenhum crime, apesar de ter sido acusado de disseminar discursos antissemitas e de cometer erros de escrita em sua documentação de solicitação de cidadania.
O ativista havia sido detido pelo Departamento de Imigração e Alfândega (ICE) por supostamente "liderar atividades alinhadas" com o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), que é designado como uma organização terrorista nos EUA, de acordo com o Departamento de Segurança Interna.
A Columbia, juntamente com outras universidades, foi palco de protestos em massa pró-palestinos após a ofensiva israelense na Faixa de Gaza, que já deixou mais de 55.700 pessoas mortas após os ataques de 7 de outubro de 2023 do Hamas e de grupos palestinos em território israelense, que resultaram em 1.200 mortes e 240 reféns.
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