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MADRID 13 jun. (EUROPA PRESS) -
Um juiz federal de Nova Jersey decidiu que a administração Trump pode manter o ativista palestino Mahmoud Jalil em detenção, desde que não seja sob o pretexto de que ele representa uma ameaça aos interesses nacionais.
O juiz Michael Fabiarz - que no início desta semana determinou que o governo não poderia deportar ou deter o ativista - argumentou na sexta-feira que Jalil pode permanecer atrás das grades se o motivo for o fato de ele não ter revelado todas as informações em seu pedido de residência permanente legal, de acordo com a NBC News.
Ao fazer isso, rejeitou um pedido do ativista para ser libertado. Jalil, residente permanente legal nos EUA de origem palestina, formou-se em dezembro com um mestrado em estudos internacionais pela Universidade de Columbia.
O ativista havia sido detido pelo Departamento de Imigração e Alfândega (ICE) por supostamente "liderar atividades alinhadas" com o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), designado como uma organização terrorista nos EUA, informou o Departamento de Segurança Interna em março.
Columbia, juntamente com outras universidades, foi palco de protestos em massa pró-palestinos após a ofensiva israelense na Faixa de Gaza, que deixou mais de 55.200 pessoas mortas após os ataques de 7 de outubro de 2023 do Hamas e de grupos palestinos em território israelense, que resultaram em 1.200 mortes e 240 reféns.
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