VALÈNCIA 30 jul. (EUROPA PRESS) -
O juiz que investiga a gestão do catastrófico dana de 29 de outubro, que deixou 228 mortos e milhares de danos materiais, questiona o último relatório da Unidade Operacional Central (UCO) da Guarda Civil incorporado ao processo, que é descrito como "errôneo" e "incompleto" e diverge de suas conclusões ao descartar que houve um "apagão de informações" por parte da Confederação Hidrográfica de Júcar (CHJ).
Isso é o que se depreende de uma resolução emitida pela chefe da Seção de Investigação Civil e Preliminar do Tribunal de Primeira Instância de Catarroja, na qual ela nega o pedido da denúncia popular exercida pela Liberum para investigar o presidente da CHJ.
A acusação popular, que também representa uma das vítimas, havia solicitado que o chefe da organização da bacia testemunhasse como pessoa sob investigação após o último relatório apresentado ao magistrado pela Guardia Civil.
No entanto, o juiz de instrução negou o pedido e questionou o relatório da Guardia Civil, considerando-o "errôneo em suas considerações sobre as falhas e a negligência dos envolvidos" no que aconteceu em 29 de outubro.
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