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MADRID 13 fev. (EUROPA PRESS) - O jornalista norte-americano Don Lemon, detido durante a cobertura de protestos contra o Serviço de Controle de Imigração e Alfândega (ICE) no estado de Minnesota, declarou-se inocente de duas acusações federais relacionadas com direitos civis.
Lemon, que compareceu nesta sexta-feira a um tribunal de Minnesota acompanhado de seu advogado, Joe Thompson, se declarou inocente de dois crimes federais, entre eles conspiração para violar os direitos constitucionais de alguém e uso da força ou ameaças para interferir contra alguém que expressa seu direito à liberdade religiosa, segundo informou a rede CNN.
Lemon, ex-apresentador da referida emissora, transmitiu ao vivo um grupo de manifestantes que invadiu a igreja de St. Paul no dia 18 de janeiro e interrompeu o sermão do pastor. Ele foi preso no final daquele mês.
O jornalista foi acusado, juntamente com várias outras pessoas, ao abrigo da chamada Lei FACE, aprovada em 1994 para garantir que as pacientes que desejavam realizar um aborto pudessem aceder com segurança às clínicas em meio aos protestos de ativistas antiaborto. Posteriormente, foi incluída uma cláusula que previa sanções por interromper o culto nas igrejas. A outra acusação corresponde a outra legislação, chamada Lei de Conspiração contra os Direitos, que foi promulgada para prevenir crimes relacionados ao Ku Klux Klan, embora tenha sido posteriormente revisada para que pudesse ser aplicada a uma ampla gama de violações dos direitos constitucionais.
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