IDEAS Y LIBROS EDICIONES - Arquivo
Ele afirma que se passou “de despertar os fracos para controlar todos”. BARCELONA 7 fev. (EUROPA PRESS) -
O jornalista Daniel Arasa acaba de publicar “Woke, cristianismo e bom senso” (Ideas y Libros Ediciones), um ensaio crítico sobre o “woke” e diante do qual propõe o diálogo, alegando que se sente inimigo desse pensamento, mas não de seus defensores.
“Não se trata de se situar no meio-termo, onde nem sempre está a verdade, mas de ter paixão por alcançar pontos de encontro”, afirma em um comunicado da editora. Segundo o autor, é preciso “voltar ao bom senso”, com um equilíbrio entre emoção e razão, sensibilidade e análise.
EUA E EUROPA Ele considera, textualmente, que o "woke" passou de despertar os fracos para controlar todos, e o define como "a degeneração por hipertrofia da luta pelas minorias e sua imposição ao resto".
Ele está convencido de que está em retrocesso, devido ao cansaço de muitos setores da sociedade, mas vê esse retrocesso nos EUA e não na Europa, onde “continuará por muito tempo, porque é impulsionado e financiado pelas administrações públicas”. A POLÍTICA
Arasa acredita que esse pensamento conseguiu algo inédito historicamente: “Converter o liberalismo econômico e a esquerda marxista em aliados objetivos em questões antropológicas fundamentais”.
O livro expõe visões da direita e da esquerda sobre o “woke” e a influência de algumas mudanças políticas, sobretudo a chegada ao poder de Donald Trump (EUA) e de outros líderes “anti-woke” como Giorgia Meloni (Itália) e Javier Milei (Argentina), diz ele. A RELIGIÃO
Ele também detalha “quão divergentes ou antagônicas são as visões do ‘woke’ e do cristianismo, seja católico ou protestante”, sobre a verdade, a dignidade humana, a liberdade, o bem comum, a moral e o sentido da vida, afirma.
Além disso, ele opina que “a batalha fundamental é espiritual entre o cristianismo e o 'woke', já que, no final das contas, eles transformaram este último em uma religião”.
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