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MADRID 2 jun. (EUROPA PRESS) -
O governo jordaniano ordenou nesta segunda-feira a libertação de cerca de 550 pessoas presas no país para marcar a celebração do Eid al-Adha, conhecido como a Festa do Sacrifício e uma das principais celebrações do Islã, que acontecerá a partir de sexta-feira.
O ministro do Interior, Mazel al-Fraya, ordenou a libertação de 543 detentos para "permitir que eles se reintegrem à sociedade e levem uma vida normal entre suas famílias e entes queridos", de acordo com um breve comunicado emitido pelo ministério.
"Essa decisão foi tomada após a análise de seus casos e da natureza de seus casos e considerando que o tempo em que ficaram detidos é suficiente (para punir seus atos)", disse, antes de enfatizar que também é "um sinal da postura humana" por parte do ministério do interior.
Por fim, ele ressaltou que as autoridades "levam em conta os controles legais e de segurança destinados a limitar a atividade criminosa de indivíduos perigosos" ao adotar esse tipo de medida, que favorece as pessoas em "detenção administrativa" no país asiático.
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