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MADRID, 22 jul. (EUROPA PRESS) -
O braço armado da Jihad Islâmica, as Brigadas Al Quds, informou nesta terça-feira que perdeu o contato com o grupo de milicianos que guardava um refém israelense na Faixa de Gaza, devido aos ataques do exército israelense na área onde ele se encontrava.
O porta-voz das Brigadas Al Quds, Abu Hamza, anunciou que na segunda-feira eles perderam contato "com o grupo de segurança que mantinha (...) o sionista Rom Braslavski" depois que "forças inimigas se infiltraram e sitiaram as áreas onde ele estava sendo mantido prisioneiro".
"Não sabemos seu paradeiro no momento", disse ele, antes de advertir que as autoridades israelenses "ignoraram deliberadamente o problema dos prisioneiros e sua causa, e estão trabalhando com todas as suas forças para matá-los e devolvê-los às suas famílias em caixões".
Em meados de abril deste ano, a Jihad Islâmica apresentou, pela primeira vez desde outubro de 2023, sinais de vida de Braslavski, agora com 21 anos, por meio de um vídeo. De acordo com o Fórum de Famílias de Reféns e Pessoas Desaparecidas, Braslavski foi feito refém durante o festival de música Nova quando tinha 19 anos de idade. Um de seus parentes confirmou que ele era segurança no festival.
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