Europa Press/Contacto/Rizek Abdeljawad
MADRID 22 abr. (EUROPA PRESS) -
O braço armado da Jihad Islâmica, as Brigadas Al Quds, confirmou nesta segunda-feira a morte de um combatente que participou dos ataques em território israelense em 7 de outubro de 2023, que deixaram cerca de 1.200 mortos e 250 sequestrados.
O miliciano, identificado como Ibrahim Muhamad Hamud, morreu "nas fronteiras da Palestina ocupada durante sua participação no confronto com a agressão israelense contra a Faixa de Gaza durante a Operação Al Aqsa Flood", disse, referindo-se à ofensiva militar lançada pelas autoridades israelenses após os ataques de 7 de outubro.
Em uma mensagem concisa distribuída pelo jornal 'Philastin', ligado ao Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), a organização disse que o miliciano falecido pertencia à filial da Jihad Islâmica na Síria, conhecida como Brigada Mártir Ali al-Aswad, sem dar mais detalhes.
Enquanto isso, as Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciaram horas antes que, juntamente com a inteligência israelense (Shin Bet), "eliminaram um terrorista" da Jihad Islâmica durante ataques a "mais de 200 alvos terroristas em toda a Faixa de Gaza" nas últimas 72 horas.
O combatente, identificado pelo exército israelense como Ahmed Mansur, "se infiltrou no país e participou do massacre assassino de 7 de outubro", disseram em sua conta na mídia social X.
As IDF disseram na mesma mensagem que haviam atacado "células terroristas, posições de lançamento e de franco-atiradores, esconderijos de armas e edifícios usados por terroristas para atividades terroristas", enquanto em Rafah, no sul da Faixa, haviam "destruído a infraestrutura terrorista da organização terrorista Hamas e eliminado vários terroristas".
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