Publicado 02/07/2026 06:19

O Japão protesta junto à China por esta exigir a suspensão de suas atividades de exploração em águas disputadas

Archivo - Arquivo - Imagem de arquivo de navios da Guarda Costeira japonesa.
-/YNA/dpa - Arquivo

MADRID 2 jul. (EUROPA PRESS) -

As autoridades japonesas voltaram a acusar, nesta quinta-feira, o governo chinês de exigir a suspensão de suas atividades de exploração em águas disputadas próximas às ilhas Senkaku — administradas por Tóquio e conhecidas na China como Diaoyu — e apresentaram uma nota de protesto a Pequim.

O governo japonês confirmou que as notificações correspondentes foram apresentadas por meio dos canais diplomáticos existentes e afirmou que essas operações continuaram apesar das ações “inaceitáveis” da China, segundo informações da agência de notícias Kyodo.

Anteriormente, a Guarda Costeira do Japão informou que um segundo navio de exploração, o “Koyo”, recebeu uma ordem da Guarda Costeira chinesa para abandonar a área a cerca de 80 quilômetros da ilha de Uotsuri, a sudoeste da prefeitura de Okinawa e pertencente a esse arquipélago, que o Japão considera parte de sua zona econômica exclusiva.

Essas ações ocorrem pelo segundo dia consecutivo, conforme explicaram as autoridades japonesas, que afirmaram que um navio da Guarda Costeira da China exigiu, por rádio, que o navio japonês interrompesse imediatamente suas atividades e abandonasse a área em questão.

Além disso, elas destacaram que essas exigências se repetiram várias vezes e que o navio “Koyo” alegou que sua presença é “legítima” para a realização de trabalhos de pesquisa, de acordo com o que estabelece o Direito Internacional. De fato, a embarcação continuou com suas operações.

Na noite de terça-feira, as autoridades chinesas fizeram uma solicitação semelhante a outro navio japonês, o “Takuyo”, que também realizava trabalhos desse tipo nas proximidades da ilha de Okinawa.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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