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MADRID 5 fev. (EUROPA PRESS) - O Governo do Japão manifestou nesta quinta-feira o seu compromisso em trabalhar com a Administração dos Estados Unidos, com o objetivo de que países como a China sejam incluídos em regimes de controle de armas nucleares após o término do tratado Novo START.
O pacto expirou nesta quinta-feira sem que os Estados Unidos e a Rússia tenham chegado a um acordo sobre uma prorrogação ou um marco que substituísse o último tratado de redução dessas armas, que, além disso, representava uma medida de confiança e controle mútuo entre Washington e Moscou.
“Temos a intenção de continuar trabalhando em estreita colaboração com os Estados Unidos, ao mesmo tempo em que incentivamos outros países relacionados a participar”, afirmou o porta-voz do governo Kei Sato, em uma coletiva de imprensa. O Japão considera importante “se envolver firmemente” com as potências nucleares, como Estados Unidos, Rússia e China, em questões de armamento nuclear, indicou Sato em declarações coletadas pela agência Kyodo. Assim, após o término do tratado Novo START, ele ressaltou que Tóquio aspira liderar os “esforços realistas e práticos” para o desarmamento nuclear.
Embora tecnicamente o tratado só pudesse ser prorrogado uma vez, a Rússia e os Estados Unidos tinham em suas mãos a possibilidade de acordar um novo marco que entrasse em vigor quando o Novo START expirasse, para evitar o limbo no controle dos arsenais. Moscou havia proposto que o novo marco fosse baseado em um compromisso voluntário das partes, enquanto Washington está interessada em que um eventual tratado se estenda à China.
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