Publicado 02/03/2026 07:23

IU exige mais firmeza do Governo após a ofensiva no Irão: romper relações com Israel e sair da OTAN

Archivo - Arquivo - A secretária de Organização da IU, Eva García Sempere, participa de uma coletiva de imprensa virtual para avaliar a atualidade política.
IU - Arquivo

Pede esclarecimentos sobre o papel da base de Rota nesta operação militar e classifica os governos hebreu e norte-americano como “genocidas” MADRID 2 mar. (EUROPA PRESS) -

A Izquierda Unida (IU) exigiu ao governo mais firmeza diante do ataque de Israel e dos Estados Unidos (EUA) ao Irã, ao solicitar novamente o rompimento das relações com o país hebreu e a saída da OTAN, organização que considera um “perigo” para a segurança e a serviço de políticas “genocidas”.

A secretária de Organização da formação, Eva García Sempere, indicou que vão pedir explicações sobre se a base norte-americana em Rota (Cádiz) teve algum papel no desenrolar desta operação militar, que classificou como um “novo exemplo” do que os EUA entendem por política externa e que consiste em “estender a guerra” e “assassinar impunemente quem puder”.

Durante sua aparição, ela criticou essa intervenção militar como uma “guerra preventiva” sob a “desculpa” de uma suposta ameaça internacional do Irã e que os mandatários norte-americanos e hebreus, Donald Trump e Netanyahu, cometem novamente um “grave crime de agressão e violação” da soberania nacional “sem máscaras”.

PERIGO DE ESCALADA BÉLICA Após a “esperada” resposta militar do governo iraniano, a IU reconheceu sua preocupação com o perigo de uma “escalada bélica” em uma região como o Oriente Médio, já de si muito tensa e instável.

García Sempere argumentou que é o momento de exigir ao governo e à União Europeia que ponham em marcha, com urgência, todos os esforços diplomáticos para resolver o conflito e dar uma resposta firme aos EUA e a Israel, dado que “não se pode aceitar que dois governos genocidas enterrem o direito internacional e a Carta das Nações Unidas”.

Assim, a líder da IU exigiu o rompimento das relações com Israel e a revogação do acordo de colaboração preferencial entre o país hebreu e a UE. Ela também reiterou seu “firme” pedido para que a Espanha saia da Aliança Atlântica e para a “retirada” das bases militares norte-americanas de Rota e Morón.

“A presença das bases da OTAN em nosso país é um perigo, em primeiro lugar, para a própria segurança do nosso país e é um perigo para a soberania nacional”, enfatizou García Sempere.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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