Publicado 24/08/2026 08:47

A Itália reitera seu apoio à Ucrânia, mas se recusa a enviar tropas

Sant'Anna di Stazzema: IPA87416361 – 82º aniversário do massacre de Sant'Anna di Stazzema; na foto: Antonio Tajani
Europa Press/Contacto/Iacopo Giannini

MADRID 24 ago. (EUROPA PRESS) -

A Itália reiterou nesta segunda-feira seu apoio à Ucrânia, no 35º aniversário de sua independência da União Soviética, mas rejeitou o envio de tropas ao território ucraniano, ressaltando que o país “não está em guerra com a Rússia”.

“Sempre estivemos ao lado da Ucrânia. Defendemos o Direito Internacional e a independência da Ucrânia por meio do envio de material militar e do apoio econômico e político”, afirmou o ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, em declarações à emissora de rádio RTL 102.5.

Dessa forma, ele confirmou ter mantido contatos com seu homólogo ucraniano, Andri Sibiga, para acordar “ações conjuntas”. “A Itália está e sempre estará ao lado da Ucrânia contra a invasão russa”, indicou.

De qualquer forma, Tajani negou que haja “presença militar italiana na Ucrânia” e descartou esse cenário no futuro, mesmo que haja um contingente internacional no contexto pós-guerra.

“Consideramos que não deveria haver tropas italianas em território ucraniano; não estamos em guerra com a Rússia”, declarou, reiterando que a prioridade da Europa deve ser “reforçar sua defesa” e proteger sua população de “qualquer ameaça externa”.

Nesta segunda-feira, Kiev comemora o 35º aniversário de sua independência, em um dia em que o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, apelou à unidade dos ucranianos, enquanto o país atravessa uma situação “realmente difícil” no contexto da guerra iniciada pelo presidente russo, Vladimir Putin, em 2022.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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