Europa Press/Contacto/Orietta Scardino
MADRID 30 set. (IMPRENSA EUROPÉIA) -
O governo italiano lançou nesta terça-feira um "último apelo" à Flotilha Global Sumud para que deixe de navegar em direção à Faixa de Gaza e cumpra uma das "soluções alternativas" propostas por Israel, depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um plano de paz de 20 pontos.
O ministro da Defesa italiano, Guido Crosetto, disse esperar que tal plano possa fornecer uma solução para os "inúmeros problemas" no local, o que significaria que "não haveria necessidade" de "entrar em contato" com o bloqueio naval de Israel à Faixa, "correndo riscos" que não seriam mais justificados.
O governo de Giorgia Meloni, que enviou duas embarcações militares para uma possível missão de resgate, defendeu em suas sucessivas declarações que a flotilha deveria atracar em portos alternativos para distribuir a ajuda, e Crosetto enfatizou em sua declaração a possibilidade de entregá-la ao Patriarcado Latino em Jerusalém, informa a agência AdnKronos.
O ministro também deu a entender que "se o objetivo final" da flotilha for "obter uma reação israelense", as autoridades italianas continuarão a trabalhar para garantir que "eventos sucessivos" sejam administrados "sem violência e com o menor risco possível para todos", em uma aparente referência a uma interceptação dos navios.
Crosetto admitiu que a ajuda humanitária atualmente autorizada por Israel para Gaza "é insuficiente em comparação com as necessidades dramáticas" da população de Gaza, por isso ele espera que, se houver uma "trégua" graças ao plano de Trump, "novas e velhas formas de aliviar o sofrimento" também possam ser abertas.
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