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MADRID 9 jul. (EUROPA PRESS) -
O governo da Itália anunciou nesta quinta-feira a expulsão de dois agregados militares da Embaixada da Rússia por “atividades de espionagem”, após uma investigação conduzida pelo Ministério Público de Roma, motivo pelo qual concede 72 horas a essas pessoas para deixarem o território do país transalpino.
“O governo italiano decidiu expulsar dois agregados militares da Embaixada da Federação Russa na Itália, responsáveis pelas atividades de espionagem reveladas na investigação do Ministério Público da República de Roma”, afirmou o ministro das Relações Exteriores italiano, Antonio Tajani, por meio de uma mensagem publicada nas redes sociais.
Assim, ele destacou que o Ministério das Relações Exteriores comunicou ao embaixador russo em Roma, Alexei Paramonov, que os envolvidos são Ivan Gorbachev e Mijail Astajov, que “devem deixar Roma no prazo de três dias”.
“Moscou continua utilizando seu arsenal híbrido para atacar o Ocidente e a Itália. Isso constitui uma ingerência grave e inaceitável nas instituições e na segurança nacional italianas”, denunciou Tajani, sem que as autoridades russas tenham se pronunciado até o momento sobre essa decisão de Roma.
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