Europa Press/Contacto/Valeria Ferraro
EUROPA PRESS 12 fev. (EUROPA PRESS) -
O governo italiano garantiu que está trabalhando em novas "soluções" para tornar operacionais os centros de detenção que possui na Albânia como parte de um acordo migratório, depois que os tribunais bloquearam a transferência de dezenas de pessoas que chegaram às costas italianas de forma irregular.
O Ministro do Interior, Matteo Piantedosi, disse ao Parlamento que o 'plano Albânia' continuará a ser implementado porque "é uma iniciativa que a Europa gosta" para lutar "contra o negócio criminoso" da imigração irregular, que por sua vez, disse ele, "se beneficia do uso instrumental dos pedidos de asilo".
No entanto, o ministro do Interior italiano reconheceu que os "obstáculos" que estão surgindo devem ser resolvidos primeiro e destacou o potencial dessas instalações localizadas em território albanês.
Atualmente, existem dois centros de detenção administrados pela Itália na Albânia desde outubro do ano passado, como parte de um acordo entre os dois países para enviar migrantes que chegam às costas italianas de forma irregular.
No entanto, eles permanecem vazios, depois que o judiciário ordenou três vezes que um total de 66 pessoas fossem devolvidas à Itália, o único país da UE que administra esses centros.
O custo de construção e operação desses centros de detenção é estimado em mais de 650 milhões de euros. Em princípio, há espaço para mais de 1.200 pessoas. O governo italiano afirma que esses locais serão destinados apenas a homens adultos que, em sua opinião, vêm de países de origem seguros.
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