OFICINA DEL PRIMER MINISTRO DE ISRAEL - Arquivo
MADRID 8 set. (EUROPA PRESS) -
O governo de Benjamin Netanyahu reagiu imediatamente ao pacote de medidas para deter o "genocídio" em Gaza anunciado pelo primeiro-ministro, Pedro Sánchez, denunciando-o como uma tentativa de "desviar a atenção" dos escândalos de corrupção e anunciando sanções contra a terceira vice-presidente, Yolanda Díaz, e contra a ministra da Juventude, Sira Rego.
O ministro das Relações Exteriores, Gideon Saar, respondeu publicando uma longa mensagem nas mídias sociais, na qual acusou o governo espanhol de liderar "uma linha hostil" contra Israel "com uma retórica desenfreada e odiosa".
As medidas anunciadas, que incluem um embargo à compra e venda de armas para Israel, são, de acordo com o ministro israelense, nada mais do que "uma tentativa flagrante do governo corrupto de Sánchez de desviar a atenção dos graves escândalos de corrupção".
Ele anunciou a imposição de sanções contra Díaz e Rego, considerando que eles cruzaram "todas as linhas vermelhas". Especificamente, ambos estão proibidos de entrar em Israel, além de serem proibidos de qualquer contato governamental com eles.
De acordo com Saar, é "óbvio" que, como líder do Sumar, Días "está se aproveitando da fraqueza política do presidente Sánchez e o está arrastando, passo a passo, para implementar suas opiniões antiisraelenses e antissemitas".
((A SER AMPLIADO))
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