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É a primeira vez que esta medida é adotada após a aprovação, em 2023, de uma lei contra condenados que recebem fundos da Autoridade Palestina MADRID 10 fev. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, assinou nesta terça-feira um decreto para revogar a cidadania de dois cidadãos árabes-israelenses condenados por atos de terrorismo e autorizar sua posterior deportação para a Faixa de Gaza.
“Esta manhã, assinei um decreto que revoga a cidadania e deporta dois terroristas israelenses que realizaram ataques com armas brancas e tiros contra civis israelenses e foram recompensados por suas ações criminosas pela Autoridade Palestina”, informou o gabinete de Netanyahu nas redes sociais.
Esta é a primeira vez que uma medida desse tipo é tomada desde que o Parlamento israelense aprovou, em 2023, uma lei que retira a cidadania de pessoas condenadas por terrorismo que recebem fundos da Autoridade Palestina, seja diretamente ou por meio de intermediários.
Os dois “terroristas” foram identificados como Mahmud Ahmad, condenado a 23 anos de prisão por atirar contra soldados e civis, e Mohamed Ahmad Husein al Halsi, condenado em 2016 a 18 anos por esfaquear uma idosa em Talpiot Oriental, no sul de Jerusalém Oriental, segundo o Times of Israel.
Embora o gabinete de Netanyahu não tenha confirmado o destino da deportação, a agência de notícias WAFA informou que se trata de Gaza. O primeiro é residente de Kafr Aqab, uma localidade palestina situada a norte de Jerusalém, enquanto o segundo é do bairro de Jabel Mukaber, em Jerusalém.
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