Publicado 11/09/2026 09:18

Israel relembra o 11 de setembro e traça um paralelo com o 7 de outubro: “Eles nos odeiam pelo mesmo motivo”

Archivo - Arquivo - 5 de agosto de 2026, Jerusalém, Israel: JERUSALÉM - 4 de agosto de 2026: O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, o presidente Isaac Herzog, familiares e outros líderes israelenses participam da cerimônia de reenterro dos res
Paulina Patimer / Zuma Press / Europa Press

Netanyahu critica quem questiona a linha dura de Israel: “Quando se trata de terrorismo, não existe um ‘sim, mas’”

MADRID, 11 set. (EUROPA PRESS) -

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, relembrou nesta sexta-feira as vítimas dos ataques de 11 de setembro de 2001, traçando um paralelo entre o atentado da Al Qaeda e o sofrido por Israel em 7 de outubro de 2023, liderado pelo Hamas.

“Em 11 de setembro, os Estados Unidos foram atingidos pelo mal puro. Em 7 de outubro, Israel foi novamente atingido por ele”, destacou o primeiro-ministro israelense em um vídeo divulgado em suas redes sociais, no qual se refere às “pessoas inocentes” que pereceram nas Torres Gêmeas e insiste que Israel e os Estados Unidos são vítimas do mesmo flagelo.

“Não é coincidência alguma. Eles nos odeiam a ambos pela mesma razão. Porque os Estados Unidos e Israel representam a liberdade, a democracia, a civilização e a vida”, afirmou.

Netanyahu lamentou que haja quem “diga que devemos compreender os terroristas, compreender suas queixas, compreender seu contexto”. “Não existe contexto algum que justifique queimar famílias vivas. Não há injustiça alguma que justifique assassinar deliberadamente pessoas inocentes. Quando se trata de terrorismo, não existe um ‘sim, mas’”, denunciou.

Dessa forma, ele ressaltou que os “terroristas” gritam em uníssono “morte aos Estados Unidos, morte a Israel”, enfatizando que ambos os países devem enfrentar a ameaça, ponto em que destacou a liderança do presidente Donald Trump nesse sentido.

“Os Estados Unidos demonstram mais uma vez que enfrentam o terror. Por isso, hoje lembramos aqueles que nos foram tirados e honramos aqueles que correram em direção às chamas”, afirmou, para ressaltar que os Estados Unidos e Israel estão “juntos”. “Nunca nos curvaremos diante do terror. Nunca nos renderemos ao mal. E, juntos, vamos derrotá-lo”, resumiu.

PRESIDENTE DE ISRAEL REAFIRMA A ALIANÇA COM OS EUA

Por sua vez, o presidente israelense, Isaac Herzog, lembrou que os céus de Nova York “foram dilacerados pela imagem horrível das Torres Gêmeas desabando até o chão”, em uma mensagem na qual lembra as milhares de vítimas fatais e destaca a coragem daqueles que ajudaram a resgatar pessoas no complexo do World Trade Center.

“Nunca esqueceremos a coragem e o heroísmo dos socorristas e das equipes de emergência, juntamente com os nova-iorquinos comuns que se lançaram em meio ao fogo e à poeira para salvar a vida de seus concidadãos”, enfatizou.

Herzog, nesse ponto, ressalta que “a luta mundial contra o terrorismo continua a cada dia”, algo que em Israel é “muito bem conhecido”. “Simplesmente, não há justificativa alguma para atacar pessoas inocentes, sejam elas americanas, israelenses ou de qualquer outra nacionalidade”, enfatizou.

Assim, ele destacou que Israel “sempre estará ao lado dos Estados Unidos”, a quem se referiu como “o maior aliado e amigo” de Tel Aviv e “a nação mais poderosa do mundo”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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