Israel Defense Forces / Xinhua News / ContactoPhot
MADRID, 7 abr. (EUROPA PRESS) -
O Exército de Israel reivindicou nesta terça-feira um novo bombardeio contra uma instalação petroquímica do Irã nos arredores de Shiraz, antes de afirmar que era “uma das poucas” que ainda estavam em operação e que supostamente fazem parte dos esforços de Teerã para fabricar materiais para seus mísseis balísticos.
Assim, destacou em um comunicado que a Força Aérea israelense lançou o ataque na segunda-feira, atingindo o Complexo Petroquímico de Marvdasht, nos arredores de Shiraz, horas depois de atacar a maior instalação petroquímica do país asiático, em Asaluyé.
O Exército ressaltou que essas instalações “eram utilizadas pelas Forças Armadas iranianas para produzir ácido nítrico, um material necessário para a fabricação de explosivos e outros materiais para o desenvolvimento de mísseis balísticos”.
“As Forças de Defesa de Israel (FDI) agravam assim os danos às capacidades militares do regime (do Irã), com ênfase nas capacidades de produzir armas a partir de componentes desta fábrica”, assinalou, sem que as autoridades iranianas tenham se pronunciado até o momento sobre o ataque.
Por outro lado, ele garantiu que suas forças também atacaram um sistema de defesa antiaérea no noroeste do Irã, de onde “foram disparados dezenas de mísseis contra o território do Estado de Israel”, ao mesmo tempo em que ressaltou que, desde o início da ofensiva, foram destruídos “mais de 130 sistemas de defesa aérea do regime terrorista iraniano”.
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