Publicado 01/04/2026 00:03

Israel reivindica novos ataques contra altos comandantes e membros do Hezbollah no Líbano

30 de março de 2026, Beirute, Líbano: Nuvens de fumaça se erguem de um subúrbio ao sul de Beirute após um ataque israelense ter atingido um suposto local do Hezbollah pró-iraniano. A missão de paz da ONU no Líbano (UNIFIL) informou que um soldado da força
Europa Press/Contacto/Marwan Naamani

MADRID 1 abr. (EUROPA PRESS) -

As Forças de Defesa de Israel (FDI) reivindicaram nesta terça-feira vários ataques contra altos comandantes do partido-milícia xiita libanês Hezbollah na região de Beirute, bem como outro ataque no qual “eliminaram” os membros de uma célula do mesmo, depois que esta, segundo afirmaram, lançou um drone contra seus militares, resultando em ferimentos em três deles no sul do país.

“As FDI atacaram recentemente um alto comando da organização terrorista Hezbollah e outro alto comando terrorista, em dois ataques distintos realizados na região de Beirute”, informou a porta-voz do Exército israelense por meio do Telegram.

Por outro lado, as forças de segurança israelenses indicaram que, durante uma operação terrestre realizada por combatentes da 226ª Brigada de Combate, “três combatentes ficaram gravemente feridos após o impacto de um drone lançado contra a força” por membros de uma “célula terrorista” que, segundo afirmaram, foi “eliminada”.

Após esclarecer que os combatentes feridos foram evacuados para um hospital para receber atendimento médico, as FDI afirmaram que “continuarão agindo com firmeza contra a organização terrorista Hezbollah”, a qual, insistiram, “decidiu se unir à campanha e operar sob os auspícios do regime terrorista iraniano”, garantindo que não permitirão que seja causado dano aos cidadãos israelenses.

Nessa linha, as forças israelenses informaram na noite desta terça-feira terem atacado plataformas de lançamento de onde foram disparados foguetes contra Israel, precisando que “continuam localizando e atacando” outras semelhantes.

Atualmente, Israel iniciou uma invasão no sul do Líbano, reivindicando uma suposta zona de segurança até o rio Litani, fronteira natural que separa o sul do Líbano do resto do país, o que fez soar todos os alarmes em Beirute devido ao temor de uma nova anexação territorial por parte de Israel.

No âmbito dessa ofensiva, já morreram mais de 1.250 pessoas no Líbano, com 3.750 feridos e mais de um milhão de deslocados. Israel já havia lançado, nos últimos meses, dezenas de bombardeios contra o país, apesar do cessar-fogo alcançado em novembro de 2024, argumentando que age contra atividades do partido-milícia xiita Hezbollah.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado