Ayman Nobani/Dpa - Arquivo
MADRID 8 set. (EUROPA PRESS) -
O chefe do exército israelense, Eyal Zamir, ordenou um aumento no número de tropas mobilizadas na Cisjordânia na segunda-feira em resposta ao ataque a um ônibus perto da cidade de Jerusalém no início do dia, que deixou pelo menos seis pessoas mortas e cerca de uma dúzia de feridos.
Zamir disse que esse envio de "forças adicionais" tem como objetivo "reforçar a defesa juntamente com os esforços antiterrorismo", bem como "cercar os locais de onde os terroristas se deslocaram" para realizar o ataque.
O ataque foi realizado por dois palestinos que entraram em um ônibus no cruzamento de Ramot e abriram fogo contra os passageiros antes de serem "neutralizados" por um membro das forças de segurança e um civil armado "presente na área", conforme confirmado pela polícia israelense.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, enfatizou que o país "está em uma enorme guerra contra o terrorismo em todas as frentes" e prometeu uma resposta das forças de segurança ao ataque, enquanto o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) aplaudiu a "operação heroica" realizada por "dois combatentes da resistência palestina".
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