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MADRID 29 out. (EUROPA PRESS) -
O governo israelense proibiu nesta quarta-feira as visitas do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) aos palestinos presos em Israel, de acordo com uma nova lei sobre "combatentes ilegais", com o argumento de que prejudicariam a "segurança" do país, sem detalhes sobre o alcance da medida até o momento.
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, disse que "as opiniões apresentadas não deixam dúvidas de que as visitas de representantes do CICV a terroristas nas prisões prejudicariam seriamente a segurança do Estado", razão pela qual ele assinou uma ordem proibindo tais atividades.
"A segurança do Estado e de nossos cidadãos vem em primeiro lugar", disse o ministro sobre a medida, que se aplicará a milhares de prisioneiros cujos nomes aparecem em uma lista "confidencial" vinculada à ordem assinada por Katz, sem que as autoridades especifiquem quem é afetado.
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