Europa Press/Contacto/Mamoun Wazwaz - Arquivo
MADRID, 31 jul. (EUROPA PRESS) -
O Exército de Israel anunciou que suas forças militares prenderam, nesta semana, na Cisjordânia, cerca de 200 palestinos “ligados ao Hamas e procurados por promover e incitar o terrorismo” no território palestino ocupado, cenário em que, nas últimas horas, ocorreram novos ataques de colonos e operações israelenses de despejo forçado.
Em um comunicado publicado em seu site, o Exército israelense informa ainda sobre a apreensão de “dezenas de itens utilizados para fabricar armas, armas de ar comprimido, rifles de caça, uma pistola, um drone e dezenas de milhares de séqueles destinados ao terrorismo, além de localizar e destruir cinco artefatos explosivos”.
O Exército intensificou suas operações na Cisjordânia em meio a um recrudescimento da violência exercida pelos colonos contra as populações da Cisjordânia, na maioria das vezes com o apoio dos próprios militares.
As incursões dos colonos continuaram nesta sexta-feira na cidade de Al Junaid, a oeste de Nablus, onde um jovem da Cisjordânia ficou ferido por um tiro no abdômen, conforme informou o Crescente Vermelho Palestino à agência oficial de notícias palestina WAFA.
Os colonos não apenas invadiram os bairros da zona oeste da cidade, como também tentaram entrar na localidade de Tell, palco, há uma semana, de um dos incidentes mais violentos dessas incursões, que resultou na morte de quatro palestinos e dois israelenses.
Além disso, as forças de segurança palestinas informaram que as forças israelenses ordenaram o deslocamento da população na área turística e arqueológica das Piscinas de Salomão, localizadas a sudoeste de Belém e que, de acordo com os Acordos de Oslo II, são patrimônio palestino e estão localizadas na chamada Área A, sob controle palestino total.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático