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MADRID 24 jul. (EUROPA PRESS) -
O exército israelense anunciou nesta quinta-feira a morte de um funcionário do lado palestino da passagem de Rafah, acusado de contrabandear armas para o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), em um ataque realizado na cidade de Khan Younis, no âmbito da ofensiva israelense que já deixou quase 59.600 mortos na Faixa de Gaza.
As Forças de Defesa de Israel (IDF) "visaram e eliminaram o terrorista do Hamas Muhamad al Amor em Khan Younis, usando aeronaves da força aérea e com orientação da inteligência". "Ele estava trabalhando como chefe do terminal de carga na passagem de Rafah", disse um comunicado.
Ele gerenciava centenas de rotas de contrabando de armas e equipamentos militares para a Faixa de Gaza e "contribuía diretamente" para o fortalecimento do Hamas, segundo o comunicado. A declaração afirma que ele "desempenhou um papel fundamental na rota de contrabando", comandando e liderando a entrada de armas no enclave.
As IDF, que afirmaram que essas ações "fortaleceram" a milícia em preparação para ataques a Israel, prometeram "continuar a agir contra a organização terrorista" e "proteger os cidadãos israelenses".
A ofensiva contra Gaza, lançada em resposta aos ataques de 7 de outubro de 2023 - que deixaram cerca de 1.200 pessoas mortas e quase 250 sequestradas, de acordo com o governo israelense - deixou até agora cerca de 59.600 palestinos mortos, de acordo com as autoridades controladas pelo Hamas no enclave, embora se tema que o número seja maior.
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