Europa Press/Contacto/Abdul Kader Al Bay
MADRID 22 maio (EUROPA PRESS) -
O Exército israelense informou nesta sexta-feira a morte de dois homens supostamente armados, aos quais atribuiu a realização de movimentos “suspeitos” a “centenas de metros” da fronteira com Israel, no sul do Líbano, apesar do cessar-fogo acordado em meados do mês de abril passado, posteriormente prorrogado.
"Observadores das Forças de Defesa de Israel (IDF) detectaram movimentos suspeitos de dois indivíduos armados a centenas de metros da fronteira com Israel, no sul do Líbano”, afirmou a porta-voz do órgão militar em uma mensagem nas redes sociais, na qual precisou que, após a “identificação” de ambos os indivíduos e a realização de um “acompanhamento contínuo” por parte de seus militares, os dois indivíduos “foram atacados e neutralizados em um ataque aéreo”.
Em seguida, as IDF afirmaram ter realizado "revistas" nos arredores da área sem ter detectado, após o incidente, "indícios de presença suspeita adicional".
"As IDF mantêm contato contínuo com as comunidades e informarão sobre qualquer novidade", concluiu o Exército israelense na referida mensagem.
Nesta mesma quinta-feira, o governo libanês estimou em cerca de 3.090 mortos e 9.400 feridos o número de vítimas decorrentes dos ataques perpetrados pelo Exército israelense contra seu território desde o último dia 2 de março.
Foi nesse dia que o partido-milícia xiita libanês Hezbollah lançou projéteis contra território israelense em resposta à ofensiva lançada em 28 de fevereiro por este último país e pelos Estados Unidos contra o Irã, à qual as FDI responderam com ataques e a invasão terrestre de parte do sul do Líbano.
Anteriormente, as partes haviam chegado a um cessar-fogo, especificamente em novembro de 2024 e após treze meses de combates na sequência dos ataques de 7 de outubro de 2023, embora, desde então, Israel tenha continuado a lançar bombardeios recorrentes contra o país e mantido a presença de militares em vários pontos, alegando que agia contra o Hezbollah, em meio a denúncias de Beirute e do grupo sobre essas ações.
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