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MADRID 13 mar. (EUROPA PRESS) - O Exército israelense afirmou nesta sexta-feira que um dos dois professores mortos em um ataque ocorrido na véspera contra a sede da Universidade Libanesa de Beirute pertencia ao partido-milícia xiita libanês Hezbollah.
As Forças de Defesa de Israel (FDI) descreveram Mortada Srur, cuja morte foi confirmada nesta quinta-feira pela própria instituição acadêmica, como uma “figura de destaque e uma referência em matéria de fabricação de armamento dentro” do Hezbollah.
Além disso, seu irmão, Muhammad Srur, era “comandante da unidade aérea” do grupo xiita e morreu na operação ‘Flechas do Norte’, na qual as forças israelenses bombardearam o sul do Líbano, indicaram.
“Além de sua atividade na organização terrorista Hezbollah, Mortada Srur trabalhava como professor de química na Universidade Libanesa de Beirute. Além dele, há muitos outros ativistas que, paralelamente à sua atividade na organização terrorista Hezbollah como centros de conhecimento na área de produção, trabalham como professores em diversas universidades do Líbano”, afirmaram nas redes sociais.
O Exército israelense denunciou que o Hezbollah se apropria “sistematicamente de espaços civis em todo o território libanês com o objetivo de realizar atividades e planos terroristas, ao mesmo tempo em que integra seus ativistas e comandantes no espaço civil”.
O ataque de Israel contra a Universidade Libanesa, um centro acadêmico de propriedade pública, também matou o diretor da Faculdade de Ciências, Hussein Bazzi. O presidente libanês, Joseph Aoun, condenou o bombardeio, descrito como “uma violação flagrante das leis e normas internacionais que proíbem ataques contra instituições educacionais e civis”.
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