MADRID 12 maio (EUROPA PRESS) -
O governo israelense, liderado pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, anunciou que enviará uma delegação à capital do Catar, Doha, na terça-feira, para continuar as negociações para libertar os reféns mantidos pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) na Faixa de Gaza.
Netanyahu se reuniu na segunda-feira com o enviado da Casa Branca para a Rússia e o Oriente Médio, Steve Witkoff, e o embaixador dos EUA em Israel, Mike Huckabee, com quem discutiu os últimos esforços para libertar os reféns.
Após a reunião, o primeiro-ministro israelense manteve uma conversa telefônica com o presidente dos EUA, Donald Trump, agradecendo-o por seus esforços para trazer de volta para casa o refém israelense-americano Edan Alexander.
"Por sua vez, o presidente dos EUA reiterou seu compromisso com Israel e seu desejo de continuar a trabalhar em estreita colaboração com o primeiro-ministro", disse seu gabinete em um comunicado, acrescentando que as negociações para libertar os reféns "serão conduzidas apenas sob fogo".
O anúncio vem antes da iminente libertação, pelo braço armado do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), as Brigadas Ezeldin al-Qasam, do refém Edan Alexander, já mencionado, mantido em Gaza após os ataques de 7 de outubro de 2023.
Alexander, de 21 anos, nasceu na cidade americana de Nova Jersey e servia ao exército israelense quando foi capturado pelo Hamas durante os ataques de 7 de outubro de 2023, que deixaram cerca de 1.200 pessoas mortas e quase 250 sequestradas, de acordo com o balanço oficial fornecido por Israel.
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