Publicado 22/08/2026 10:41

Israel discute com o enviado de Trump para a Síria sobre o status das Colinas do Golã ocupadas

Barrack acusa Israel de violar o Direito Internacional e Tel Aviv responde que suas declarações contradizem o reconhecimento dos EUA

Archivo - Arquivo - 19 de junho de 2025, Beirute, Beirute, Líbano: O enviado especial dos EUA para a Síria, Thomas Barrack {C}, que também atua como embaixador na Turquia, chega para se reunir com o primeiro-ministro libanês Nawaf Salamin, em Beirute. Bar
Europa Press/Contacto/Marwan Naamani - Arquivo

MADRI, 22 ago. (EUROPA PRESS) -

O governo israelense e o enviado dos Estados Unidos para a Síria, Tom Barrack, entraram em conflito sobre o status das Colinas do Golã depois que Barrack denunciou que Israel está cometendo uma violação do Direito Internacional com a ocupação da região; uma declaração que, para o Ministério das Relações Exteriores de Israel, contradiz o reconhecimento oficial dos EUA à soberania israelense sobre a região.

Em declarações ao influenciador político Mario Nawfal, Barrack, que também é embaixador dos Estados Unidos na Turquia, deixou claro que “Israel continua ocupando as Colinas do Golã, contrariando as resoluções da ONU e toda a ordem internacional, que considera que as Colinas do Golã são sírias”.

Em resposta, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, criticou os comentários de Barrack porque “estão repletos de imprecisões e contradizem a própria posição de Trump sobre os Altos do Golã”.

O fato é que Trump, durante seu primeiro mandato, em 2019, assinou o reconhecimento de seu país sobre a soberania israelense nas Colinas do Golã. O governo da Síria, na época sob o comando do presidente Bashar al Assad, rejeitou a declaração norte-americana, que descreveu como um “ataque flagrante” à soberania e à integridade territorial da Síria.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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