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MADRID 19 fev. (EUROPA PRESS) -
As forças de segurança israelenses demoliram na quarta-feira as casas de dois prisioneiros palestinos, Hayel Daif Allah e Ahmed al Haimuni, nas cidades de Rafat e Hebron, na Cisjordânia, depois que a Suprema Corte israelense rejeitou o pedido de seus parentes, que pediram para manter as propriedades.
Membros do exército israelense foram enviados a essas áreas, levando escavadeiras e veículos militares para demolir as casas, de acordo com relatos da agência de notícias palestina WAFA.
Os moradores de Rafat alertaram sobre o aumento do número de ataques israelenses a suas casas, terras e fazendas nos últimos anos e acusaram as autoridades israelenses de tentar "deslocar" a população palestina para "controlar suas terras".
A Sociedade de Prisioneiros Palestinos disse em um comunicado que a medida era uma "violação da lei internacional" e pediu o fim da "ocupação ilegal da Cisjordânia".
No entanto, ela ressalvou que a medida "era previsível", dados os precedentes existentes em relação à demolição de casas de parentes de prisioneiros palestinos, e denunciou que se trata de uma "punição coletiva".
"Apesar da posição da Corte Internacional de Justiça, a Suprema Corte israelense ignora essas questões e prefere fazer ouvidos moucos ao sistema de direitos humanos, considerando que está acima da lei.
Nesse sentido, a organização lamentou que essa política faça parte das "medidas históricas implementadas pela ocupação", mas denunciou um aumento desses casos nos últimos anos.
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