Publicado 11/05/2026 02:25

Israel confirma a morte de um reservista em combates na fronteira com o Líbano

KIRYAT SHMONA, 27 de abril de 2026  -- Fumaça sobe de um local no sul do Líbano após um ataque israelense, vista do norte de Israel, em 26 de abril de 2026. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ordenou que as forças armadas atacassem com fo
Europa Press/Contacto/Gil Cohen Magen

Netanyahu defende que, se o Irã "desmoronar", o Hezbollah, o Hamas e os rebeldes houthis do Iêmen "provavelmente" também o farão

MADRID, 11 maio (EUROPA PRESS) -

O Exército de Israel anunciou na madrugada desta segunda-feira a morte de um de seus soldados, em meio a combates ocorridos perto da fronteira com o Líbano, sem fornecer mais detalhes a respeito.

O falecido era o suboficial da reserva Alexander Glovanyov, motorista do Batalhão 6924 do Centro de Transporte de Petah Tikva, cidade no centro de Israel, que tinha 47 anos, segundo informaram as Forças de Defesa de Israel (FDI) em um comunicado no qual indicaram que ele “morreu em combate perto da fronteira libanesa”.

De acordo com as investigações realizadas pelo Exército israelense, divulgadas pelo jornal “The Times of Israel”, Glovanyov teria falecido em um ataque com drones perpetrado pelo partido-milícia xiita Hezbollah no norte de Israel.

Na madrugada desta segunda-feira, o órgão militar israelense denunciou a “incursão de uma aeronave hostil em vários espaços aéreos do norte do país” proveniente de território libanês, algo que classificou como “violação dos acordos de cessar-fogo por parte da organização terrorista Hezbollah”.

Foi no último dia 2 de março que Israel lançou uma nova ofensiva e subsequente invasão terrestre do Líbano, em resposta ao lançamento de projéteis pelo Hezbollah como vingança pelo assassinato do então líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, na ofensiva lançada em 28 de fevereiro em conjunto com os Estados Unidos contra o país asiático, em plena fase de negociações entre Washington e Teerã com o objetivo de tentar alcançar um novo acordo nuclear.

Neste domingo, o Ministério da Saúde libanês constatou que os bombardeios israelenses contra o país desde então já causaram a morte de pelo menos 2.846 pessoas, deixando, por sua vez, 8.693 feridos.

Sobre o assunto, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, se pronunciou em entrevista ao programa “60 Minutes”, da emissora americana CBS, afirmando que, se o “regime” do Irã “realmente enfraquecer” ou “desmoronar”, isso poderia significar “o fim” do Hezbollah, bem como do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) e "provavelmente" dos rebeldes houthis do Iêmen.

"Toda a estrutura da rede de grupos terroristas que o Irã construiu entrará em colapso se o regime iraniano entrar em colapso", defendeu o líder israelense, após afirmar que o Hezbollah "lança foguetes" contra cidades israelenses "constantemente".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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