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MADRID 22 set. (EUROPA PRESS) -
O Ministério das Relações Exteriores de Israel advertiu nesta segunda-feira a Flotilha Global Sumud, acusada de estar a serviço do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), que não permitirá que nenhum navio entre em "uma zona de combate ativa" ou na "violação de um bloqueio naval legal".
"Se o desejo genuíno dos participantes da flotilha é entregar ajuda humanitária, Israel pede que os navios, em vez de servir ao Hamas, atraquem no porto de Ascalon e descarreguem a ajuda lá, de onde ela será transferida rapidamente e de forma coordenada para a Faixa de Gaza", disse em um comunicado.
O Ministério das Relações Exteriores de Israel pediu que os membros da iniciativa humanitária, descrita por Israel como uma "flotilha jihadista do Hamas", "não violem a lei" e aceitem a proposta de Israel de "transferir pacificamente" qualquer ajuda a Gaza para o território israelense.
A Global Sumud Flotilla denunciou no domingo a presença de "vários drones" nas proximidades de suas embarcações que navegavam em águas internacionais em direção à Faixa de Gaza. Cerca de 300 voluntários de 44 países fazem parte do esforço para levar ajuda humanitária ao enclave palestino.
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