Europa Press/Contacto/Rizek Abdeljawad
MADRID 26 out. (EUROPA PRESS) -
O governo israelense autorizou os membros da milícia do Hamas a se unirem à busca do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) para encontrar os restos mortais de reféns e prisioneiros israelenses mortos em áreas além da "linha amarela" em Gaza, a atual posição do exército israelense.
A iniciativa é uma concessão de Israel para acelerar o retorno dos 11 israelenses detidos pelas milícias que foram mortos em meio aos ataques do exército israelense à Faixa de Gaza.
A rádio do exército israelense recebeu confirmação de fontes do governo sobre essa operação, que se concentrará nas cidades de Rafah, Khan Younis (no sul) e Nuseirat (no centro do enclave), de acordo com informações passadas pelo Hamas ao CICV.
A operação começou em Rafah, onde os funcionários do CICV se reuniram com membros da "Unidade Sombra" do Hamas, que é responsável pela guarda dos reféns, de acordo com a mídia palestina.
Na noite do último sábado, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu autorizou pessoalmente a entrada de uma equipe de especialistas egípcios na Faixa de Gaza para tentar localizar os restos mortais dos reféns israelenses que ainda estão no enclave.
O gabinete de Netanyahu confirmou essa informação a vários meios de comunicação israelenses, especificando que vários veículos de engenharia também foram trazidos para facilitar o esforço de busca.
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