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MADRID 29 abr. (EUROPA PRESS) -
O exército israelense anunciou nesta terça-feira a morte de um "destacado terrorista" da Frente Popular para a Libertação da Palestina (PFLP) e de dois membros do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) no marco de sua ofensiva contra a Faixa de Gaza, reativada em 18 de março depois que as autoridades israelenses romperam o cessar-fogo alcançado em janeiro com o grupo islamita palestino.
Ele identificou o membro da PFLP como Ali Nadal Hasani Tserfiri, que, segundo ele, esteve preso em Israel entre 2002 e 2025 "por dirigir organizações terroristas" e "planejar um atentado suicida no país".
"Após sua libertação, ele trabalhou para realizar ataques terroristas contra o território israelense", disse em um comunicado, antes de afirmar que ele "estava em contato com terroristas" na Cisjordânia e enviou "fundos" a esses suspeitos "para estabelecer infraestrutura terrorista e realizar ataques terroristas".
Ele enfatizou que entre os mortos nos últimos ataques estava um membro da Força Nujba de elite do Hamas, identificado como Said Amin Said abu Hasnain, que ele disse estar envolvido nos ataques de 7 de outubro de 2023, que mataram cerca de 1.200 pessoas e sequestraram quase 250 outras, de acordo com as autoridades israelenses.
Além disso, disse que também matou Mustafa Yusef al Abdelmatuk, "um oficial operacional do Batalhão Jabalia do Hamas que liderou conspirações terroristas contra elementos das Forças de Defesa de Israel (IDF) na Faixa de Gaza".
"A IDF e o Shin Bet continuarão a operar contra organizações terroristas na Faixa de Gaza e a eliminar qualquer ameaça aos cidadãos do Estado de Israel", disse ele, sem que a PFLP ou o Hamas comentassem esses relatórios ou confirmassem as mortes desses indivíduos.
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