MADRID 16 jan. (EUROPA PRESS) -
O Exército de Israel anunciou nesta sexta-feira a morte de um suposto membro do partido-milícia xiita Hezbollah em um bombardeio perpetrado na véspera contra o Líbano, apesar do cessar-fogo em vigor desde novembro de 2024, após treze meses de combates na sequência dos ataques de 7 de outubro de 2023.
Assim, afirmou que o suspeito “tentava restaurar a infraestrutura (do grupo) em Zutar al Sharquiya, no sul do Líbano”, antes de destacar que “as atividades do terrorista eram uma violação flagrante dos acordos entre Israel e o Líbano”, em referência ao cessar-fogo.
Israel lançou dezenas de bombardeios contra o Líbano, apesar do cessar-fogo de novembro de 2024, argumentando que age contra as atividades do Hezbollah e garante que, por isso, não viola o pacto, embora tanto Beirute quanto o grupo tenham se mostrado críticos a essas ações, igualmente condenadas pelas Nações Unidas.
O cessar-fogo previa que tanto Israel quanto o Hezbollah retirassem suas tropas do sul do Líbano. No entanto, o Exército israelense manteve cinco postos no território de seu país vizinho, algo também criticado pelas autoridades libanesas e pelo grupo xiita, que exigem o fim desse destacamento.
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