Mohammed Talatene/dpa - Arquivo
MADRID 27 ago. (EUROPA PRESS) -
O Exército de Israel anunciou nesta quinta-feira a morte de um ex-guarda-costas do líder assassinado do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) Yahya Sinwar, em um novo bombardeio perpetrado contra a Faixa de Gaza, apesar do cessar-fogo acordado em outubro de 2025, na sequência do acordo para implementar a proposta dos Estados Unidos para o futuro do enclave.
Assim, indicou em um comunicado que o homem, identificado como Razak Suhail Suleiman abú Shahama, era membro da unidade de elite do Hamas que “participou do ataque contra Reim durante o massacre de 7 de outubro (de 2023) e trabalhava como guarda-costas de Yahya Sinwar”, assassinado em outubro de 2024 pelas forças israelenses.
Por outro lado, anunciou a morte de um segundo homem identificado como Hazem Musa, sobre o qual também afirma que era membro da unidade Nujba do braço armado do Hamas, as Brigadas Ezeldín al Qasam. “Ele participou do ataque contra Reim durante o massacre de 7 de outubro”, destacou.
O Exército israelense afirmou que ambos “promoveram recentemente planos terroristas contra as Forças de Defesa de Israel (FDI) e cidadãos do Estado de Israel e tentaram restaurar as capacidades da organização, violando sistematicamente o cessar-fogo”, sem que o Hamas tenha se pronunciado até o momento sobre essas afirmações vindas de Israel.
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