Marwan Naamani/dpa - Arquivo
MADRID 26 mar. (EUROPA PRESS) -
O Exército de Israel anunciou nesta quinta-feira a morte de mais de 30 supostos membros do partido-milícia xiita Hezbollah em operações realizadas nos últimos dias no sul do Líbano, no âmbito da ofensiva lançada na sequência da guerra no Oriente Médio, desencadeada pela ofensiva israelo-americana contra o Irã.
Assim, afirmou que entre os suspeitos mortos figuram cerca de dez membros da Força Raduán, a unidade de elite do grupo, antes de destacar que todos eles “foram eliminados” em “bombardeios, ataques com tanques, tiros de atiradores de elite e ataques com drones”.
“As forças destruíram ainda dezenas de infraestruturas do Hezbollah e localizaram depósitos de armas do grupo”, indicou em um comunicado, no qual ressaltou que “as Forças de Defesa de Israel (FDI) continuam agindo com firmeza contra o Hezbollah, que decidiu aderir à campanha e operar sob os auspícios do regime iraniano”.
As autoridades libanesas elevaram para cerca de 1.100 o número de mortos causados pela onda de bombardeios e operações terrestres lançadas por Israel em resposta ao lançamento de projéteis pelo Hezbollah em retaliação ao assassinato do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, na ofensiva lançada em 28 de fevereiro, em conjunto com os Estados Unidos, contra o país asiático.
Israel já havia lançado, nos últimos meses, dezenas de bombardeios contra o Líbano, apesar do cessar-fogo alcançado em novembro de 2024, argumentando que age contra as atividades do Hezbollah e assegurando que, por isso, não viola o pacto, embora tanto as autoridades libanesas quanto o grupo tenham se mostrado críticos em relação a essas ações, igualmente condenadas pelas Nações Unidas.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático