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MADRID 30 set. (EUROPA PRESS) -
O exército israelense anunciou nesta terça-feira a morte de dois supostos membros da milícia xiita Hezbollah em novos bombardeios realizados na segunda-feira contra o sul do Líbano, apesar do cessar-fogo acordado em novembro de 2024.
O exército disse que um dos mortos era Muhamad Abbas Shashua, que disse ser um "chefe de artilharia" do grupo em Sukhmur e que acusou de estar por trás de "planos para disparar projéteis" contra o território israelense durante os treze meses de conflito com o Hezbollah.
O exército disse que o segundo morto era Muhamad Hussein Yassin, um membro sênior da "unidade de artilharia" do Hezbollah em Shiqif. Ele "promoveu várias conspirações terroristas" contra Israel e "trabalhou para restaurar as capacidades da organização nesse setor, movendo as armas para o sul do rio Litani".
Israel lançou dezenas de bombardeios contra o Líbano, apesar do cessar-fogo de novembro de 2024, argumentando que está agindo contra as atividades do Hezbollah e afirmando que não está violando o pacto, embora tanto Beirute quanto o grupo tenham criticado essas ações, que também foram condenadas pela ONU. O grupo também realiza voos de vigilância no espaço aéreo libanês.
O cessar-fogo, alcançado depois de meses de combates após os ataques de 7 de outubro de 2023, estipulou que tanto Israel quanto o Hezbollah deveriam retirar suas tropas do sul do Líbano. No entanto, o exército israelense manteve cinco postos no território do país vizinho, o que também foi criticado pelas autoridades libanesas e pelo grupo xiita, que exigem o fim desse posicionamento.
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