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MADRID 3 abr. (EUROPA PRESS) -
O ministro das Finanças de Israel, o ultradireitista Bezalel Smotrich, disse na quinta-feira que o governo está estudando "em profundidade" as novas tarifas de 17% sobre as importações de produtos israelenses, bem como as "possíveis consequências" dessas novas tarifas, antes de tomar qualquer medida a esse respeito.
"Estamos analisando essa nova ordem do presidente (Donald) Trump a noite toda: sua lógica, cálculos e possíveis implicações para o Estado de Israel. A partir desta manhã, estudaremos as consequências para a economia israelense em vários setores e manteremos um diálogo com líderes industriais e empresariais", disse Smotrich em uma mensagem nas mídias sociais.
Ele disse que já conversou com alguns dos representantes desses setores e disse que planeja se reunir com vários altos funcionários do Ministério das Finanças no final do dia para discutir a questão. "Queremos colocar na mesa as oportunidades e os riscos envolvidos antes de estabelecer o caminho a seguir", disse ele.
Essas novas tarifas fazem parte da política tarifária de Trump e foram impostas apesar das tentativas do governo israelense de evitar tais medidas, eliminando todas as tarifas impostas até o momento sobre produtos dos Estados Unidos, seu maior parceiro comercial.
No entanto, o Acordo Comercial EUA-Israel de 1985 já estipula que a grande maioria dos produtos importados dos EUA, cerca de 99%, é isenta de tarifas, de modo que essa eliminação de tarifas afetaria "um número muito limitado de produtos".
Depois de tomar essa medida, o próprio Smotrich enfatizou que a atual administração dos EUA representa "uma oportunidade real de forjar um novo futuro econômico estratégico", ao mesmo tempo em que busca fortalecer o papel de Israel como parceiro econômico.
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