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MADRID 8 abr. (EUROPA PRESS) -
As Forças de Defesa de Israel (FDI) alertaram nesta terça-feira para um possível aumento dos ataques contra seu território, diante do fim do ultimato lançado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, às autoridades do Irã, embora, pouco depois, o mandatário norte-americano tenha acabado por suspender os ataques anunciados por duas semanas.
“Após realizar uma avaliação da situação e como parte dos preparativos para o término do prazo do ultimato, é possível que nas próximas horas ocorra um aumento dos disparos contra o território do Estado de Israel”, afirmou o corpo de segurança israelense em uma mensagem no Telegram divulgada antes do anúncio de Trump sobre a prorrogação de seu ultimato.
Em seguida, a porta-voz das FDI destacou a necessidade de “manter a vigilância e o estado de alerta”, bem como de agir “com responsabilidade” e seguir as instruções do Comando da Frente Interna.
O ultimato de Trump terminava às 20h em Washington (02h da madrugada de quarta-feira na Península Ibérica e nas Ilhas Baleares), momento a partir do qual o inquilino da Casa Branca ameaçava que “uma civilização inteira” morreria esta noite “para nunca mais voltar”.
No entanto, ele acabou aceitando a proposta comunicada nesta mesma terça-feira pelo primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, de prorrogar por mais duas semanas o ultimato concedido às autoridades do Irã, que, segundo a mesma proposta, abririam o estratégico estreito de Ormuz durante esse mesmo período “como gesto de boa vontade”.
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