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MADRID 5 fev. (EUROPA PRESS) - As autoridades israelenses anunciaram nesta quarta-feira a morte de um combatente do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), ao qual atribuíram o sequestro e posterior execução da militar israelense Noa Marciano, de 19 anos, após os ataques de 7 de outubro de 2023.
O Exército e o Shin Bet garantiram em um comunicado conjunto que “eliminaram o terrorista que assassinou (...) Marciano”, identificado como Mahmud Azzam Hassan al Habil, em um ataque realizado durante o dia contra o campo de refugiados de Al Shati, no noroeste da Faixa de Gaza.
Segundo ambos os organismos, este era “chefe de uma célula” da milícia palestina — que até ao momento não reagiu a este anúncio de Israel — e “assassinou brutalmente” a soldado perto do Hospital Al Shifa, na cidade de Gaza, embora o Exército tenha reconhecido apenas um mês após os factos que Marciano poderia ter sido ferida por um ataque israelita.
“O assassinato do terrorista foi possível, entre outras coisas, graças às informações de inteligência coletadas pela Divisão de Gaza (143), à qual Noa Marciano pertencia”, acrescentaram após comemorar a morte de Habil como “um importante encerramento de ciclo” para os familiares da militar, bem como para as autoridades israelenses.
O anúncio chega em um dia em que pelo menos 21 pessoas morreram, entre elas quatro crianças e um funcionário da Cruz Vermelha Palestina, devido a múltiplos ataques do Exército israelense contra diferentes pontos de Gaza, como a cidade de Gaza ou Jan Yunis, de acordo com os números do Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas.
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