Publicado 09/09/2025 12:32

Israel afirma que os bombardeios no Catar são "justificados" por ataques como o de segunda-feira em Jerusalém

Archivo - Arquivo - Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu
Daniel Torok/White House/dpa - Arquivo

MADRID 9 set. (EUROPA PRESS) -

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o chefe da defesa, Israel Katz, argumentaram que os bombardeios lançados na terça-feira contra supostos líderes do Hamas na capital do Catar, Doha, são "totalmente justificados" pela insistência dos terroristas em "ações assassinas", como o ataque de segunda-feira que deixou seis pessoas mortas em Jerusalém, incluindo um cidadão espanhol.

O governo explicou em um comunicado que foi Netanyahu quem tomou a iniciativa depois desse ataque e de outros ataques na Faixa de Gaza, para que as agências de segurança começassem a estudar planos contra a liderança do Hamas. Katz "endossou totalmente" essa ideia e, finalmente, os especialistas na terça-feira viram uma "oportunidade operacional" em Doha.

As Forças de Defesa de Israel (IDF) e o Shin Bet receberam sinal verde para o que ambas as organizações descreveram como "ataques de precisão". De acordo com Netanyahu e Katz, Israel tem direito a tais ações "porque foi a liderança do Hamas que iniciou e organizou o massacre de 7 de outubro" de 2023, que deixou cerca de 1.200 mortos e 250 sequestrados.

Desde então, "eles continuaram a perpetrar ataques assassinos contra Israel e seus cidadãos, assumindo também a responsabilidade pela morte de civis ontem em Jerusalém", diz a nota. O braço armado do Hamas reivindicou a responsabilidade pelo ataque na terça-feira.

Tanto o Catar quanto a ONU criticaram a ação militar israelense como uma violação flagrante da soberania do Catar. O governo do Catar denunciou o que considera um "ataque criminoso", alertando que "não tolerará esse comportamento israelense imprudente".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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