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MADRI 25 ago. (EUROPA PRESS) -
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou nesta terça-feira que o país manterá sua presença militar no sul da Síria “enquanto persistir a ameaça jihadista contra o Estado de Israel”, ao mesmo tempo em que se dirigiu ao presidente da Síria, Ahmed al Shara, a quem esclareceu que “continuará havendo” efetivos israelenses na região.
Durante uma visita ao Monte Hermon, o ministro afirmou que não há planos em discussão sobre uma possível retirada das tropas que se encontram atualmente na zona tampão em território sírio. “Não vamos sair da zona de segurança enquanto essa ameaça persistir”, destacou Katz.
“A mensagem para o presidente da Síria é clara: quando você olhar para cima pela manhã, do seu palácio em Damasco, verá membros das Forças de Defesa de Israel e saberá que eles estão aqui para defender suas comunidades na fronteira”, afirmou, antes de acrescentar que Israel “está tomando medidas contra as tentativas da Turquia de se estabelecer na Síria”.
É por isso que ele acusou Ancara de “colocar os interesses de Israel em risco” com suas ações e defendeu suas medidas, como o bombardeio contra um aeroporto na província de Idlib. “Quero deixar isso claro”, disse ele, segundo informações coletadas pela emissora Israel National News.
Durante sua visita, Katz visitou comandantes e tropas posicionadas no Monte Hermon, de onde fez uma avaliação da situação e recebeu um relatório detalhado sobre o posicionamento das forças.
“Desta posição, as forças observam Damasco, a 35 quilômetros de distância; o vale da Bekaa, no Líbano, reduto do Hezbollah; e, é claro, vigiam e protegem as comunidades das Colinas do Golã e da Galiléia”, explicou.
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