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MADRID 14 abr. (EUROPA PRESS) -
O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmou nesta terça-feira que o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) e o partido-milícia xiita libanês Hezbollah, “aliados do Irã na região”, perderam “sua capacidade de constituir uma ameaça estratégica para Israel” após sofrerem “duros golpes”.
“Os aliados do Irã na região, desde o regime sírio derrubado até o Hezbollah e o Hamas, também sofreram golpes duros e perderam sua capacidade de representar uma ameaça estratégica para Israel”, afirmou Katz por ocasião do Dia do Holocausto em um comunicado no qual precisou, no entanto, que “ainda resta enfrentar os remanescentes de poder”.
Nesse sentido, ele esclareceu que Israel “está fazendo todo o possível com todas as suas forças”, graças ao seu “compromisso”. “Parabenizo o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, por liderar a campanha, e agradeço ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pela parceria, amizade e sólida aliança entre ambos os países, que contribuem enormemente para a segurança do Estado de Israel”, destacou.
“Neste dia, o Estado de Israel está mais forte e seguro e, pela primeira vez em muitos anos, não enfrenta a ameaça de aniquilação. O material enriquecido poderia servir de base para reativar o programa nuclear iraniano e, por isso, os Estados Unidos e Israel definiram a retirada desse material como condição indispensável para pôr fim à campanha”, afirmou.
Katz ressaltou, além disso, que “após o assassinato de Ali Khamenei, que concebeu e liderou o plano para destruir Israel valendo-se de sua posição, capacidades e autoridade religiosa”, a população israelense está a salvo. “As operações destruíram o programa nuclear iraniano e sua capacidade de produzir armas nucleares”, afirmou.
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