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Hirsch censura as famílias dos reféns por acreditarem na "propaganda" do Hamas
MADRID, 17 set. (EUROPA PRESS) -
O principal coordenador israelense para o retorno dos reféns de Gaza, Gal Hirsch, reconheceu na quarta-feira os problemas do exército em manobrar no terreno na nova operação em larga escala para tomar a cidade de Gaza sem colocar em risco a vida dos que ainda estão presos pelo Hamas.
Hirsch explicou que, se não fosse por essa situação, a operação no enclave palestino poderia ter sido realizada "muito mais rapidamente", embora ele tenha enfatizado o "grande esforço" das forças israelenses para lutar de forma "cuidadosa", mesmo que isso vá contra os padrões habituais.
Embora ele tenha assegurado que o exército está constantemente desenvolvendo novas maneiras de evitar que os reféns sejam feridos durante as operações militares, ele reconheceu que "eles estão em perigo".
"Eles estão em uma zona de combate, em um local perigoso, nas mãos de sequestradores perigosos", disse ele na quarta-feira durante um evento na Universidade Reichman, em Tel Aviv, onde enfatizou que "a responsabilidade de fazer todo o possível para trazer os reféns de volta" é de Israel.
Hirsch também enfatizou o "fracasso" das negociações, embora tenha jogado toda a culpa no Hamas, cujos líderes, ele acusou, são os que têm boicotado todo o processo, conforme relatado pelo jornal 'The Times of Israel'.
Ele também lamentou que a "propaganda" do Hamas esteja cada vez mais permeando a sociedade israelense, especialmente entre as famílias cujos entes queridos ainda estão sendo mantidos em cativeiro pelo grupo palestino, pois isso está prejudicando os esforços de resgate das autoridades, disse ele.
Hirsch concluiu seu discurso pedindo o apoio da comunidade internacional e alertou que, se Israel for deixado sozinho, outros "grupos terroristas" poderão seguir o exemplo do Hamas.
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