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MADRID 23 fev. (EUROPA PRESS) -
O gabinete do primeiro-ministro israelense anunciou no início da manhã de domingo que adiará a libertação dos prisioneiros palestinos que deveriam ser libertados no sábado até que a libertação dos próximos reféns israelenses seja garantida "sem cerimônias humilhantes".
"À luz das repetidas violações do Hamas, incluindo as cerimônias que humilham nossos reféns e a exploração cínica de nossos reféns para fins de propaganda, foi decidido adiar a libertação dos terroristas que estava programada para ontem até que a libertação dos próximos reféns tenha sido assegurada, e sem as cerimônias humilhantes", disseram as autoridades israelenses em uma declaração concisa.
Essa nota vem depois que o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) denunciou no sábado que a não libertação de prisioneiros palestinos da sétima rodada de libertações programada para sábado é uma "violação flagrante" do acordo de cessar-fogo e da libertação de reféns.
No sábado, 602 prisioneiros palestinos deveriam ser libertados em troca de seis reféns israelenses mantidos na Faixa de Gaza.
A lista incluía 50 prisioneiros condenados à prisão perpétua, 60 prisioneiros de longa duração, 47 prisioneiros libertados no acordo com Gilad Shalit que haviam sido presos novamente e 445 prisioneiros que foram presos após o ataque da milícia palestina em 7 de outubro de 2023.
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