Ananda Manjón - Europa Press - Arquivo
MADRID 11 fev. (EUROPA PRESS) - A ministra da Habitação, Isabel Rodríguez, rejeitou que o PSOE vá facilitar com seus votos um governo de María Guardiola na Extremadura que não dependa do Vox. “Abstenção? De forma alguma”, afirmou. Assim, Rodríguez respondeu à possibilidade de Guardiola explorar a possibilidade de pedir que o PSOE se abstenha para ser investida presidente da Extremadura. O PP prefere governar sozinho a formar um governo de coalizão com o Vox, segundo fontes da cúpula do partido.
Questionada sobre este assunto nos corredores do Congresso, Rodríguez lembrou que o PSOE ofereceu o seu voto a Guardiola para aprovar os orçamentos e evitar assim eleições “desnecessárias”, uma oferta que, segundo ela, a presidente da Extremadura rejeitou. “Portanto, agora a responsabilidade é única e exclusivamente do PP e de Guardiola”, salientou.
Na mesma linha se expressou seu colega da Economia, Carlos Cuerpo, que sustenta que, até onde ele sabe, é o PP que está negociando com o Vox. “Quem pecou, paga a pena”, comentou Cuerpo diante da complicação dessas conversas entre os dois partidos. Por outro lado, outras fontes socialistas do Executivo rejeitam categoricamente a abstenção do PSOE na investidura de Guardiola, enfatizando que os socialistas são a alternativa ao PP tanto em Aragão quanto na Extremadura. Portanto, resta apenas o voto contra em ambos os casos. Além disso, eles insinuaram que essa confusão pode ser parte de uma estratégia do PP, que agita a hipótese da abstenção do PSOE, mesmo que não seja real, com vistas à sua negociação com o Vox na Extremadura.
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