Alberto Ortega - Europa Press
Ele diz que a Junts deve decidir se "responderá ou não" aos problemas dos catalães.
BARCELONA, 7 dez. (EUROPA PRESS) -
A ministra da Habitação e da Agenda Urbana do governo, Isabel Rodríguez, declarou que 13 bilhões de euros serão investidos nos próximos 10 anos na empresa estatal de habitação, a uma taxa de 1,3 bilhão por ano a partir de 2026.
A ministra explicou isso em uma entrevista ao jornal 'La Vanguardia', divulgada pela Europa Press neste domingo, na qual afirmou que, uma vez atingido esse nível de investimento, com a administração dos aluguéis "a empresa deverá ser economicamente viável sem a necessidade de mais contribuições públicas".
Ele acrescentou que essa empresa, em sua opinião, já tem um patrimônio importante com 40.000 casas e que algumas delas podem ser disponibilizadas a partir do primeiro trimestre de 2026.
"O objetivo é que essa infraestrutura pública garanta o direito de acesso à moradia, protegendo o estoque público de moradias, garantindo a tranquilidade das pessoas que moram em imóveis alugados e garantindo a acessibilidade econômica", disse ele.
Ele também confirmou que um portal da Web será criado para oferecer transparência e "dignidade" na forma de acesso a essas moradias, e que as características das moradias e sua localização poderão ser consultadas por meio dele.
Quanto à limitação dos aluguéis a 30% da renda, ele garante que "isso significaria baixar os preços para a metade da média" e, em Barcelona, o aluguel de um imóvel de 70 a 80 metros quadrados seria de cerca de 713 euros.
LEI DE ALUGUEL POR TEMPORADA
Com relação à lei de aluguel por temporada, ele disse que espera que ela não fique paralisada no Congresso: "Estamos apoiando-a e peço à maioria dos grupos políticos que tentem chegar a um acordo. Os cidadãos estão exigindo um acordo de todas as forças políticas e de todas as administrações públicas".
Sobre o apoio de Junts a essa medida, ele ressaltou que Junts deve decidir se quer ou não "dar uma resposta" aos catalães que, segundo ele, estão sofrendo com o problema da fraude em acomodações sazonais.
"Eu gostaria de poder continuar colaborando com a Catalunha para dar uma resposta aos catalães que estão sofrendo com um problema de acesso à moradia. E acredito que isso não é fornecido pela alternativa a esse governo, que é o Partido Popular e o Vox", acrescentou.
SALAZAR
Questionada sobre as acusações de assédio sexual contra o ex-líder do PSOE, Francisco Salazar, ela disse que "esse tipo de atitude sexista não tem lugar na ideologia do PSOE".
Ela está confiante de que a resposta será rápida e eficaz: "Nossa história, nossa bagagem e nosso legado é o legado dos avanços nos direitos de igualdade das mulheres", disse ela.
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