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MADRID 5 fev. (EUROPA PRESS) -
O Ministério Público de Israel acusou nesta quinta-feira o irmão do chefe do Shin Bet, David Zini, e outras duas pessoas por “ajudar o inimigo em tempo de guerra” e “financiar atividades terroristas” no âmbito de uma investigação contra uma suposta rede de contrabando de bens para a Faixa de Gaza. De acordo com informações coletadas pelo jornal israelense “The Times of Israel”, Bezalel Zini, um reservista do Exército que chefiava a logística de uma unidade dedicada à demolição de edifícios na Faixa, é suspeito de ter abusado de seu acesso ao enclave para contrabandear cigarros em três ocasiões, ganhando com isso 365.000 shekels (cerca de 95.150 euros).
O caso está sendo investigado pela polícia, em vez do Shin Bet — o serviço de inteligência e segurança interna de Israel —, devido aos laços de Zini com o suspeito. A polícia já anunciou na quarta-feira que outras doze pessoas foram indiciadas no âmbito deste caso.
A polícia e o Shin Bet enfatizaram que “o contrabando constitui uma ameaça importante à segurança do Estado de Israel, pois ajuda à sobrevivência e à governança do Hamas como resultado dos benefícios econômicos dos bens introduzidos na Faixa”, ao mesmo tempo em que “contribui para o fortalecimento do Hamas, a construção de poder e a restauração das capacidades militares”.
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