Ameer Al-Mohammedawi/dpa - Arquivo
MADRID 28 out. (EUROPA PRESS) -
As autoridades iraquianas informaram nesta terça-feira que prenderam um suposto membro do grupo jihadista Estado Islâmico que está ligado à morte de cerca de vinte membros das forças de segurança do país.
O Serviço de Segurança Nacional indicou que a prisão ocorreu na capital, Bagdá, "depois de um monitoramento minucioso" dos movimentos do suspeito, identificado como Abu Muhamad, pela agência de inteligência".
"As investigações iniciais revelaram que o terrorista (...) se juntou ao Estado Islâmico em 2014 e esteve envolvido em vários ataques armados contra as forças de segurança na (cidade de) Latifiya", diz uma declaração publicada em seu perfil no Facebook.
A agência governamental disse que membros do exército iraquiano e das Forças de Mobilização Popular (PMF), que agora fazem parte das forças de segurança e são compostas por algumas milícias pró-iranianas, foram mortos nos ataques. Entre os mortos estava um capitão.
Além disso, Muhamad "assumiu funções logísticas e administrativas" antes de fugir para a Síria e retornar secretamente a Bagdá. O detento foi encaminhado para as autoridades judiciais competentes para que sejam tomadas outras medidas legais.
Por fim, o Serviço de Segurança Nacional garantiu que "continuará a perseguir elementos terroristas e a processar qualquer pessoa que se atreva a ameaçar a segurança da nação e de seus cidadãos".
De acordo com a lei antiterrorismo do Iraque de 2005, os membros do Estado Islâmico condenados podem ser condenados à pena de morte. Atualmente, as células do grupo jihadista ainda estão ativas no Iraque e na Síria.
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