Europa Press/Contacto/Graeme Sloan - Pool via CNP
MADRID 24 jul. (EUROPA PRESS) -
As autoridades do Iraque negaram nesta sexta-feira que tenham se oferecido para mediar entre os Estados Unidos e o Irã a fim de pôr fim às hostilidades, rejeitando assim as informações publicadas pelo jornal norte-americano “The New York Times”, que apontavam nessa direção após a visita do primeiro-ministro do Iraque, Ali al Zaidi, a Teerã.
“A Assessoria de Imprensa do primeiro-ministro afirma que as alegações contidas na notícia carecem totalmente de fundamento e não têm qualquer relação com a realidade”, destacou o gabinete de Al Zaidi em um comunicado.
O jornal norte-americano, citando fontes próximas, explicou em sua reportagem que Al Zaidi foi contratado por Trump para levar aos iranianos uma nova proposta de cessar-fogo, que acabou sendo rejeitada.
Dessa forma, as autoridades iraquianas enfatizaram que a mídia deve basear-se em fontes oficiais e abster-se de divulgar “informações não verificadas ou atribuídas a fontes anônimas”.
Pouco depois, o enviado especial dos Estados Unidos para a região, Tom Barrack, corroborou a versão do gabinete do primeiro-ministro iraquiano, ressaltando que “o Iraque esclarece os fatos”.
Al Zaidi acordou nesta quinta-feira, na capital iraniana, junto com o presidente do Irã, Masud Pezeshkian, intensificar a cooperação bilateral em um contexto regional conturbado pela guerra iniciada pelos Estados Unidos.
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